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Sobre um argumento Sabático |
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Sobre um argumento Sabático Em conversa informal com um sabatista,pude constatar que o sábado para ele é um complemento da salvação pela fé; que também faz parte da Lei Moral e é extensivo à toda humanidade;E que sua suposta quebra por Jesus e seus discípulos no novo Testamento foi com o objetivo de fazer o bem. Também dizem os postulados sabatistas que sendo o sábado um mandamento da Lei Moral, deve ser observado à semelhança dos outros nove. Em contra partida e em certa ocasião registrada por Mateus 12. 1-5, encontra-se Jesus sendo censurado pelos fariseus porque permitiu aos seus discípulos colherem espigas no dia de sábado. O que nos impressiona é que a censura dos fariseus tinha procedência bíblica e eles estavam certos. Foi o próprio Deus por sua boca que proibiu aquele ato praticado pelos discípulos, quando em Êxodos 32.41,disse: Seis dias trabalharás mas o sétimo dia descansarás;na aradura e na sega (colheita)descansarás. Será que Deus não sabia o que estava dizendo? Será que ele não sabia que Jesus e seus discípulos, mais de mil anos depois,iriam viola-lo colhendo espigas justamente naquele dia? E a maior prova de que os fariseus tinham razão, foi que Jesus justificou o motivo da quebra do dia, alegando que Davi também o quebrou, os sacerdotes do templo continuavam quebrando e eram isentados de culpa Mt. 12.1-5. De acordo com Tiago 2.10 “...porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos”. Logo, tanto Jesus como seus discípulos, com a quebra do sábado, tornaram-se transgressores de toda a lei, ou então tem-se que aceitar, tem-se que admitir, o sábado era inferior aos outros nove mandamentos constituindo-se, destarte, em apenas um cerimonial desprovido de valor legal. Isso explica porque Jesus, em inúmeras ocasiões, fez, juntamente com seus discípulos, coisas que não eram lícitas fazer um sábado.
Esta é a última alternativa tanto para isentar Jesus e seus discípulos de transgredirem a lei, bem como para explicar a fragilidade, a inferioridade e a razão pela qual o sábado poderia ser quebrado por quem o instituiu. No caso Jesus. Confira Mt 12.8 e Cl 2.15. Conclusão Certo de ter cumprido a missão de esclarecer consciências cauterizadas pelo legalismo farisaico, reservo-me o direito de dar por encerrado este assunto. Sigo as orientações e as recomendações feitas por Paulo a Timóteo: “...nem se dêem a fábulas ou genealogias intermináveis que mais produzem questões do que edificação de Deus. Que consiste na fé;assim o faço agora.
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