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Uma Ilusão Chamada Rock! 

                                                                                                                                                                                                                                                                                              

Uma ilusão chamada rock      back to estudos               
Felipe Diemer Lemos

         Desde que Jubal, irmão de Jabal, filho de Ada, tocou seus primeiros acordes de Harpa e Flauta, muita coisa mudou na música. Hoje em dia a música é um elemento de inegável influência em todos os seguimentos da vida. Os sons produzidos pelos mais diferentes instrumentos, ou pelas mais afinadas vozes são apreciados por todos, e é difícil encontrar alguém que não seja simpático a algum estilo musical.
         Esquece de afirmar sobre a mudança na música cristã igualmente ao rock. O que falar de Ministérios que usam de suas histerias compulsórias como forma de propagar aquilo que é chamado de “expressões do Espírito”? Se pela emoção se consegue algo de extraordinário, não seria contradição afirmar que o rock em si carrega todas as “ideologias ruins”?
Na bíblia, a música, identificada como principalmente louvor, sempre foi parte fundamental da adoração divina, figurando como uma forma poética e agradável de demonstrar gratidão a Deus. Também é tratada como um meio de fazer com que as pessoas desfrutem do refrigério espiritual e estejam em condições de se mostrar até mais sensíveis às mensagens provenientes do Céu. O rei Davi, por exemplo, costumava reunir em volta dele cantores e cantoras que celebravam as vitórias do rei e tornavam alegres suas horas de paz. O mesmo fez seu filho Salomão, por sinal um compositor da época .
         Estilos que hoje são levados à igrejas como a Bossa Nova, MPB e grupos pop’s em geral foram assim criados biblicamente? O estilo Gospel é bíblico? Se pelo refrigério bíblico é aceitável tal posição, não teria que ser a “música Gospel” apenas mais um estilo fora do contexto bíblico?
         Mas essa alegria obtida através da música aprovada por Aquele que é o criador de tudo, e inclusive dos sons e de suas harmonias, foi distorcida, adulterada, transformada.
         Aprovada? Quer dizer então que, pela suposta afirmação contundente, o estilo criado hoje pelas igrejas é bíblico? A distorção não seria a mudança do estilo musical como forma de evolução cultural e prático do homem? Tendo o rock como o “poço fundo” da distorção musical, fica evidente a não separação da “crítica” do “gosto”, assim como os argumentos baseados no exclusivismo.
         Na década de 1950 surgiu um estilo musical inicialmente conhecido por poucos, mas que se tornou uma mania mundial: o Rock'n'Roll. O Rock cresceu e se tornou a música oficial dos que desejam a liberdade a qualquer custo, sexo sem fronteiras, alegria temporária, viagens regadas a álcool e drogas e que acreditam na violência como forma de resolver os problemas sociais.
         Acredito que ele, depois de escrever esse artigo, foi para seu trabalho (ou igreja) usando sua gravata favorita. Será que ele sabe qual o simbolismo de uma gravata? Com certeza, não. A gravata é um símbolo criado por gays franceses que, ao usar desse “pedaço de pano”, se afirmavam gays junto à sociedade e, assim, tinham como símbolo algo “vestível” para a evidência de sua escolha sexual. Hoje ela é usada por todos em qualquer lugar conveniente. Ele cita o estilo rock como propagador de uma revolução de ideologia e visão sexual, mas hoje as coisas acontecem da mesma maneira? As coisas acontecem na mesma intensidade? O povo tem o mesmo pensamento em relação à sociedade da década de 50? Bom, vendo pelos seus exemplos posteriores, acredito que seu pensamento investigativo limita-se ao desprezo por algo que ele simplesmente não gosta; o estilo. Fato próprio daqueles que sabem que o convencimento vem da falta de conhecimento, ao contrário da convicção.
         O Rock apareceu como algo aparentemente inofensivo; no entanto é preciso ter em mente que ele influencia profundamente o pensamento daqueles que se dedicam a ouvi-lo e a sua atuação não se limita a uma área apenas.
         Querido indivíduo, não seria mais sensato afirmar que qualquer estilo influencia o pensamento de determinado ouvinte? Chegar em casa e escutar Diante do Trono não seria uma influencia para seus pensamentos? Existem pessoas que são edificadas por esse Ministério, outras tem repúdio (não valorizam as letras, que apenas servem para afirmar bênçãos de alto padrão para os seguidos do padrões “Gospel”). Se é preciso ter em mente a veracidade da influencia do rock no pensamento humano, não seria a mente aquilo que “você” tenta manipular? Logo, seria mais agradável dizer que qualquer forma de ideologia é manipulador, assim como o “seu” texto e os meus comentários. Cabe a cada um perceber suas expectativas de convencimento junto com o seu raciocínio crítico (mas com base em argumentos previsíveis? Creio que não...).
         O rock invadiu, sem pedir permissão, a consciência - especialmente da juventude - apresentando suas teorias caóticas do sexo, da moralidade, da religião, da liberdade. Os próprios roqueiros admitem essa intromissão. Veja o que Frank Zappa, líder da extinta banda chamada Mothers of Invention, declarou certa vez: "Música Rock é Sexo! As grandes bandas se encaixam com os ritmos do corpo".
         Sem pedir permissão... Posso então dizer que a permissão da mente é algo notório no meio cristão? Claro posso, afinal de contas a focalização da “doutrina da fácil possessão da benção sem medidas” está no simples fato de que uma pessoa aceita o que lhe é passado sem questionamentos e base bíblica. Será que o rock era (ou é) uma revista onde era (ou é) exposto manchetes com o título: “Saiba mais sobre a teoria caótica do sexo”? Então, como falar que o rock (estilo) é a “rampa de lançamento” de todas essas teorias? Tendo o próprio rock sub-rótulos, como falar que o estilo em si propaga uma depravação que antes era praticada pela própria sociedade aparentemente “encaixada nos eixos”? Pelo reducionismo da afirmação posso então entender a forma, também reducionista, de como é fácil generalizar qualquer coisa. (...) Citações merecem fontes, não?
         Marilyn Mason é um exemplo mais atual. Líder da banda de rock que leva o seu nome, sucesso comercial no fim dos anos 1990, Mason é um anticristão assumido. Ele deu entrevista certa vez à Imprensa Brasileira antes de um de seus shows de divulgando o Disco 'Antichrist Superstar', na qual ressaltou aspectos satânicos de sua produção musical. Algumas de suas apresentações contavam com atos tais como rasgar bíblias e praticar outras atrocidades contra os princípios estabelecidos por Aquele que criou a música.
         Marilyn Manson (corrigindo) é o último exemplo de “rockeiro” que qualquer pessoa estudada poderia dar com relação ao estilo. Esse é o personagem mais ridicularizado e patético de qualquer suposta cena rock que ele poderia estar inserido. Mas do que adianta falar? Afinal de contas, pelo visto, pode até mesmo a mídia ser a grande culpada por essa comparação. Pessoas sem base opinativa, quase como um súbito esclarecimento da mente, adoram dar como referências gerais figuras como essa. Figuras que são exploradas pela imprensa para reforçar a visão de uma catástrofe musical, como é o caso desse músico esplêndido, tão esplêndido que faz de sua imagem a sua fama. MARILYN MANSON É POP!!! 
         Assim como Mason e Zappa existem diversos outros roqueiros que estão propagando mensagens contra Deus, contra a pureza, contra a bondade, contra a saúde. Como é o caso de um grupo brasileiro que apregoa o uso de drogas e tem o sugestivo nome de 'Planet Hemp' (Planeta Maconha).
          Meu Deus! Planet Hemp? Rock? Agora sim é confirmada a relação mídia-opinião no caso desse artigo. Será que uma distorção na guitarra já é o bastante para a classificação de uma banda como sendo do “estilo rock”? Se eu mostrar isso para alguns colegas... Coitados deles, todos teriam câimbras no abdome de tanto rir.
         Será que nós jovens - ou mesmo adultos - temos dado ouvidos à essa chamada cultura do Rock, um estilo musical aparentemente inofensivo, ou estamos com os ouvidos bem abertos para escutar o que tem a nos dizer o Originador da música como expressão de louvor sincero? O conselho de Paulo continua útil para ajudar-nos em nossas escolhas: "Finalmente, irmãos, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama; se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja este o que ocupe o vosso pensamento." Filipenses 5:8.
         Mais uma vez “cultura rock”. Não vou comentar de novo. Posso parecer chato... O pior texto é aquele que termina com uma contradição. No terceiro parágrafo é dito que Deus é o criador de tudo, inclusive os sons (eu concordo), mas por que o rock não faz parte dessa lista (reducionismo de novo?)? Seria pelos adjetivos “convincentes” de que esse é O estilo da depravação mental e corpórea? Não vou falar mais nada. Tudo já foi dito anteriormente... Mas, corrigindo novamente, na verdade o texto é Filipenses 4:8, já que essa carta não tem 5 capítulos (rs).

fonte: http://aignoranciaeumaescolha.blogspot.com



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